sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Leitura Obrigatória


Ao longo do tempo, o avanço dos estudos, a periodização, a construção de um planejamento passou a fazer parte do dia-a-dia de qualquer profissional que atua nos esportes. Planificar nossas ações visando uma ou mais competições, estipulando objetivos para o ciclo em questão deixou de ser o diferencial. A organização tem que ser considerada como premissa básica de um trabalho que busque o êxito e a eficiência, do contrário, mais um atenuante para o fracasso.
Partindo desse ponto de vista o professor Marcos Xavier de Andrade, o Marquinhos, joinvilense treinador da Copagril-Cândido Rondon, escreveu seu primeiro livro. Em sua obra, um planificação do trabalho por ele desenvolvido. A maneira que ele refere-se as referências literárias demonstra sua preocupação com as bases científicas do esporte. Além disso, ele menciona tópicos de administração, algo fundamental se imaginarmos que somos comandantes, também. A riqueza de detalhes que o professor Marquinhos demonstra as atividades, os recursos visuais dispostos pleo livro, são outros ítens que elevam o nível da obra.
Entretanto, a melhor parte do livro ficou pro final. Os jogos pré-desportivos mencionados dão subsídios práticos aos professores de Educação Física. Criam suportes a outros jogos que venham formalizar. A diversidades de jogos encontrada no livro exemplifica como é o lado prático do professor Marcos. Em tempo, a relação entre teoria e prática se faz presente em quase todoo livro.
Por fim, acredito que a obra do Marquinhos veio num momento certo e, a partir daí, incentivar os nossos maiores treinadores a aderirem a idéias como essa. O futsal necessita dos mais velhos, precisa aprender com suas histórias. Proporcionar atitudes desse tipo aumentará certamente o nível de estudos, de científicidade do esporte da bola pesada. Ainda, o Futsal somos nós que fazemos e o professor Marquinhos consegue fazê-lo com início, meio e finalidade... Um abraço a todos e fiquem na paz de DEUS...


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

NEM TÃO CRAQUES, MAS TÃO CRAQUES...


Por todos os lados do Brasil, em todos os locais que conheço e ouvi falar de futsal há os comentários clássicos: "o fulano é gênio, o cicrano não jogou porque faltou um empresário, o mané bebia demais e não aguentou a rotina, aquele outro ficou pelo caminho porque os pais não deixaram" enfim, tenho certeza que essas frases já ecoram nos ouvidos de todos os amantes do esporte da bola pesada.
Nos campinhos da vida, na várzea, nos ginásios, nas praças, com as condições adversas e das mais diversas, um time sem camisa outro com camisa, ta feita a pelada, a baba. Bastava uma bola, alguns gurizinhos e a diversão rolava solta. As palavras que vem a mente me remetem a um passado nem tão longínquo, a infância que vivi no meu RS foi a mesma que viveram muitos de vocês, leitores futsalonistas. As peripécias que fazíamos pra jogar bola eram inigualáveis, a criatividade não tinha limites, aos domingos de manhã, jogo no campinho da rua, dois bairros, um contra o outro, valendo um litro de refrigerante, sem árbitro (na pelada o acordo de cavalheiros não permite que sejamos subjugados e doutrinados por algum detentor de tais direitos), durante a diversão comemorávamos o gol como se fôssemos os craques. O mais engraçado eram os comentários, rolavam por dias, nos faziam sonhar, imaginar que seríamos Zico, Falcão, Ronaldo, Romário, Gamarra, no futsal: Danilo, Waguinho, Choco, Serginho, Vander, Morruga, Ortiz, Fininho, Douglas, ufa, tantos...
Por onde o futsal me levou ouvi histórias divertidíssimas que se assemelham ao que dividi com vocês, conheci craques da bola que fizeram a história do esporte ser mais bela e próxima a vida do brasileiro. Da minha infância meu irmão Jéferson ou Pelé, Negão, foi um desses que imaginei por tempos como um cara desses não se tornou profissional, ainda de Palmeira Lerinho, o Ricardo, guri habilidoso, inteligente demais com a bola nos pés. Noutras cidades lembro de alguns nomes: Mauro, Cesinha e Leco de Campos Novos. Zaquel, Dunga e Marcelo Paulista de São João Batista, Guilherme de Santa Maria, um grande goleiro pra esse time: João Maria de Canoinhas, "o melhor goleiro de futsal de SC" segundo Alcione Machado. Enfim, há um sem número de craques que foram mas se não se tornaram craques da bola. Viveram e sonharam, se divertiram e ainda carregam em seus fenótipos o peso da bola de futsal.
Não consigo imaginar como seria o futebol e o futsal sem esses craques. Profesores, jornalistas, vendedores, médicos, muitas profissões, em todas elas um espaço nos fins de semana pro campeonato do clube ou pra pelada no meio da semana. Hoje não há mais campinhos, mas da-se um jeito. O que não tem jeito é ficar sem a bola, sem o futebol, o futsal. Ele faz parte da vida dos craques da vida, não só do imaginário, mas do numerário ao final do mês, de nada adianta a esposa nos obrigar a abrir mão do dinheiro da pelada, do tênis, da chuteira, do calção, camiseta ou colete. A pelada é o momento que vivemos o sonho de infância, e o sonho é o alimento da alma...
Por fim, agradeço ao amigo Betinho de Palmeira, cheirava a gol, pela idéia de homenagear os craques da nossa infância. Aos amigos leitores um pedido: postem histórias das peladas das vidas de vocês, vamos recordar gols, momentos, histórias engraçadas, tudo o que pudermos dividir pra enriquecer ainda mais nossas imaginações. Obrigado a todos e fiquem com DEUS...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

FUTSAL FEMININO


Nos últimos anos, o futsal feminino tornou-se uma afirmação. As diversas competições existentes em todas as regiões do Brasil, o êxodo de nossas maiores jogadoras ao exterior, a participação das "guriazinhas" nas escolinhas, são alguns dos os inúmeros motivos que contribuem pra que isso ocorra. Além disso, os olhos da CBFS se voltam às gurias. O gesto de designar um treinador do nível histórico e profissional de Vander Iacovino pra comandar nossas meninas demonstra um grande respeito ao futsal feminino.
Neste mês, na cidade espanhola de Alcobendas, o Brasil conquistou o 1 Torneio Mundial de Futsal Feminino. Considerada por muitos a 4 força mundial da modalidade nossas garotas superaram as principais concorrentes com a campanha de 4 vitórias e 1 empate, 37 gols a favor e 3 contra. Convém salientar que a parte que coube a Vander é apenas a final de um trabalho que vem sendo feito pelos treinadores e treinadoras nos clubes pelo Brasil afora. Nomes como Eder Popiolski e Munir Saygli dos catarinenses UnoChapecó/NTozzo/Female e Kindermann/Caçador, respectivamente, ou ainda a minha orientadora Vanda Sanches da paranaense Sercomtel/Londrina desenvolvem o futsal feminino a vários anos, com resultados expressivos ao longo dos tempos. No que tange a parte de quadra, certeza de bom trabalho, fora dela a incerteza: a luta por patrocinadores e investidores, nada além daquela realidade que já conhecemos.
Por tudo isso, agradecemos a todas as futsalonistas, a todos os professores, professoras, investidores, apoiadores e amantes do futsal pelos resultados alcançados. A certeza de nosso trabalho vem com convicção, perserverança, determinação e, tenho certeza disso, todos os envolvidos tem de sobra todas os adjetivos citados. Que 2011 seja tão vitorioso e proveitoso ao futsal feminino brasileiro como foi 2010. Um grande abraço a todos e fiquem com DEUS.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Futsal Catarinense


Nos últimos anos, a Malwee Futsal redirecionou os flash do futsal. Se analisarmos que, ULBRA, ACBF, Inter e Enxuta do Rio Grande do Sul foram importantes referências da bola pesada na década de 90, esse quadro se inverteu. Enquanto o futsal gaucho e outros continuaram com uma enorme lacuna entre as categorias de base e a categoria adulta, os catarinenses inverteram esse processo. De sul a norte, leste a oeste, a esmagadora maioria das cidades possui, no mínimo, uma equipe de competição em nível estadual. As prefeituras assumem um importante papel nesse contexto. São Educadores Físicos a serviço do futsal. Além do apoio municipal, o poder público estadual tem influência direta nisso tudo. Se pensarmos que além das diversas categorias com competições com a chancela da FCFS (Federação Catarinense de Futsal) há ainda, JESC (Jogos Escolares) OLESC (Olimpíadas Estudantis de Santa Catarina) Joguinhos Abertos e Jogos Abertos, um prato cheio de esportes e o futsal incluso no cardápio, apoiados e geridos pela FESPORTE (Fundação Catarinense de Esporte), órgão do governo estadual.
Todo esse trabalho desenvolvido ocasiona o que a gente tem no futsal atual. Leco, Carlinhos, Junai, Chico, Darlan, Seco, Japonês e por aí afora são alguns dos muitos nomes revelados pelo "futsal catarina". Atletas esses que tiveram a grande orientação e aprendizado com alguns nomes de Santa Catarina como Maneca, Renato, Paulinho Cardoso, Pipoca, entre outros.
Portanto, fica aqui os parabéns ao grande trabalho desenvolvido ao longo dos anos por todas as cidades catarinenses, por todos os futsalonistas e admiradores do esporte da bola pesada. Aos demais, um importante exemplo a ser seguido independente do nível, do tamanho do investimento, enfim, vale aqui o desenvolvimento do futsal. Um grande abraço a todos e fiquem na paz do senhor JESUS CRISTO...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Relato de Experiência


Por João Guilherme Lopes Martins
Aluno da disciplina de Futsal do curso de Educação Física da UTFPR


Nesse semestre, dentro da disciplina de futsal, tivemos a oportunidade de conhecer uma forma diferente de trabalhar o esporte. Diferentemente das outras disciplinas que tivemos até agora na faculdade, o futsal foi à única que conseguiu despertar interesse em todos os alunos e fez com que todos conseguissem, ao mínimo, jogar. Isso só foi possível devido à metodologia de trabalho utilizada pelo professor. Em outras disciplinas dentro do curso, sempre trabalhamos os esportes através dos métodos parciais, com pouca parte das aulas se destinando ao jogo propriamente dito. Mas, com o futsal foi diferente. Através dos jogos condicionados utilizados e criados pelo professor, conseguimos conhecer uma forma de dar aula que motiva muito mais os alunos, causa muito mais interesse e inclui todos os alunos na participação das atividades. Isso sem nunca fugir da parte teórica. Dentro dessa metodologia, tive a oportunidade de participar dos treinos da equipe de futsal. Essa experiência foi muito interessante, pois consegui comparar a metodologia de trabalho utilizada com os níveis de exigência diferenciados. Portanto, através desse método, que pode ser utilizado desde iniciação até no alto nível, a única alteração significativa é o nível de exigência dentro das atividades. Ainda dentro da disciplina, tivemos a oportunidade de comparar as diferenças existentes entre um jogo profissional e um amador. Tanto durante o jogo amador quanto durante o jogo profissional fiquei responsável por realizar uma análise que dizia como as equipes atacavam e defendiam, além de características dos jogadores e dos goleiros. Tanto no jogo amador quanto no profissional, senti muita dificuldade em realizar essas análises. Isso para mim só ressaltou o trabalho da comissão técnica existido na maioria das equipes grandes. A análise é difícil, mas muito importante, com ela podemos verificar todos os pontos negativos e positivos da equipe adversária.
Em relação às diferenças entre os jogos profissionais e amadores, a diferença é gritante. Para mim, o jogo amador se mostrou muito mais corrido e menos técnico. A situação de um contra um também é bem mais evidenciada no jogo amador, principalmente pela recomposição defensiva ser bem menos eficiente do que no jogo profissional. No jogo profissional a posse de bola é mais valorizada e as situações de um contra um são mais raras. As equipes trabalham muito mais a bola antes de buscarem uma situação de gol. Para mim essas foram às principais diferenças observadas.
Por último, tive a oportunidade de participar como árbitro de um jogo da equipe feminina de futsal. Achei a experiência muito interessante e pretendo buscar cursos nessa área para ter a oportunidade de apitar outros jogos.
Por fim, acho que por tudo isso que já foi citado anteriormente, a disciplina conseguiu proporcionar experiências novas e despertou em mim uma nova forma de ver o futsal. Acho que seria interessante esse mesmo método ser utilizado em outras disciplinas práticas, pois proporcionar esse tipo de experiência faz com que conheçamos melhor o esporte, até em seu mais alto nível.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Novidades

Atenção leitores do blog: a partir de agora postaremos uma entrevista mensal com um futsalonista que esteja atuando dentro ou fora do BRASIL. Aguardem.

Aceitamos sugestões.

Definições e situações cognitivas da lógica interna do futsal

Ataque, Defesa e Contra-ataque

JOGO DE ATAQUE

Valdericeda apud voser (2001) define ataque como a ação que tem o gol na goleira contrária como objetivo. Saad & Costa (2001) definem movimentações ofensivas como ações individuais ou coletivas dos jogadores para chegar ao gol adversário. Mutti (2003) diz que os atacantes devem buscar os espaços livres para receber a bola em boas condições. Moreira & Tavares (2004) definem ataque posicional como “jogo do espaço reduzido”. Os mesmos ainda apontam o ataque rápido como uma união entre o jogo de espaço reduzido e de grande espaço, surgido logo após um contra-ataque sem êxito, resultando num ataque posicional quando da mudança de ritmo. .

Santana (2004) aponta que no futsal são 5 os momentos do ataque no futsal:

1) No arremesso de meta do goleiro,

2) Sob linhas de marcação 1 e 2,

3) Linha 3,

4) Linha 4,

5) Bolas paradas, de canto ou lateral.

Para Ferretti, o jogo de ataque se orienta pelas ações defensivas do adversário. O autor define em 3 os tempos do ataque:

1) Padrões de jogo ou Padrões Táticos de Ataque;

2) Quebras de marcação ou Quebras de Padrão ;

3) Movimentações ou Jogadas Ensaiadas;

Segundo Santana (2006), 5 situações são essenciais ao ataque:

1) Criar linha de passe (movimentação);

2) Entrar na bola, sem pisar nela, para não equilibrar a defesa;

3) Vias de acesso ao jogo de qualidade (aproximação, diagonal e paralela);

4) Passe de profundidade (passe), obriga a defesa a retornar;

5) Bola de espaço (passe) e finalização.

JOGO DE DEFESA

Ao conceituar jogo de defesa, faz-se necessário definir Marcação. Entende-se a marcação como um fundamento técnico do jogo. Segundo Voser (2004) marcação é a ação que impede que o adversário receba a bola e ou progrida pela quadra. Tenroller (s\n) reafirma dizendo que ela busca evitar o recebimento da bola pelo adversário. Para Mussalém(1978) apud Voser (2001) marcação é a maneira de se colocar na quadra de modo a impedir a progressão do adversário. Já Lucena (2001) diz que a marcação é o principal elemento de defesa em função das constantes movimentações de ataque do oponente.

Santana (2001) diz que marcar significa impedir o êxito do oponente. Saad & Costa (2001) definem movimentações defensivas como ações que visam impedir a ofensividade da equipe adversária. Para Mutti (2003) manobra defensiva é a disposição dos jogadores na quadra para defender sua meta.

Segundo Santana (2004), a marcação coletiva é a maneira de os joadores da equipe ocuparem qualitativamente os espaços da quadra e de onde se pensa marcar. Ainda o autor definindo os sistemas defensivos em composição entre os tipos de marcação e as linhas defensivas.

Zilles (1987) apud voser (2001) definem os tipos de marcação em individual, zona e mista. Para Santana (2004) são 4 as linhas defensivas:

Linha 1: próximo a meta adversária

Linha 2: um pouco mais afastado, entre o meio da quadra e a meta adversária

Linha 3: No centro da quadra

Linha 4: Atrás da linha intermediária da quadra, próximo ao tiro dos 10 metros.

Para Ferretti (2005), defender é desarme, acompanhamento, equilíbrio e retomada de equilíbrio. Por sua vez, Santana (2006) observou algumas situações importantes para um bom funcionamento do jogo de defesa. Obstrução das linhas de passe, indução da ação do atacante, dobras, coberturas, linha da bola como referência de nossa ação defensiva, encaixe da marcação, temporização, trocas de marcação e retorno defesnsivo.

Segundo Santana (2006) desarme é a ação que busca retirar a bola do adversário. O mesmo Santana (2004) diz que eles impedem o jogo de ataque do adversário, iniciando contra-ataques, desgastando emocionalmente o adversário. Para Ferretti (2006), atualmente, os sistemas de defesa valorizam o desarme e o equilíbrio. Ele afirma que não há defesa que funcione bem sem o desarme. Voser (2001) diz tratar-se do principal elemento de defesa.

Pode-se afirmar que a aproximação, a abordagem, a antecipação e a cobertura são essencias para que ocorra o desarme. Situações cognitivas do jogo de defesa:

1) Obstrução de linha de passe

2) Indução da ação do atacante

3) Dobra

4) Cobertura

5) Linha da bola

6) Encaixe da marcação

7) Temporização

8) Retorno da marcação

CONTRA-ATAQUE

Para Voser (2001) “O contra-ataque é um elemento técnico-tático ofensivo que consiste na saída rápida da defesa ao ataque, com a finalidade de surpreender o adversário”. Com velocidade permite a vantagem numérica. Segundo Saad & Costa (2001) é o prêmio para uma boa defesa e, executá-lo de forma errada dá ao adversário a oportunidade de realizar um contra-ataque ainda mais perigoso.

Santana (2006) diz que o contra-ataque pode ser visto como jogo de transição, pois trata-se da passagem de um campo para o outro, ou seja, da defesa ao ataque e também do ataque a defesa. Ele cita situações cognitivas para induzir o contra-ataque:

1) Aproximação sobre o jogador escolhido, pelo meio ou ala;

2) Marcação ativa sobre quem recebe a bola nas costas, na 1 ou 2 linha;

3) Dobras pelas alas (caixote);

4) Pressão na bola e dobra pelas alas

5) oferecer o corredor com dobras pelas alas

Por sua vez, é importante ressaltar algumas situações cognitivas para contra-atacar:

1) Velocidade e criatividade do condutor,

2) Procurar o centro da quadra,

3) Passe de precisão que vence o marcador,

4) Segunda opção de passe,

5) Atacar pansando em defender,

6) Goleiro jogar adiantado no apoio

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BUENO, Ederson Lima Bueno. Treinamento técnico-tático e o estadual catarinense de futsal da equipe Copercampos\Campos Novos (SC). 2004 64f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) – Centro de Educação Física e Desportos, UFSM. Santa Maria, RS, 2004.

FERRETTI, Fernando. Os sistemas defensivos – Uma visão atual. Texto Disponível em: <>. Acesso em 13 de março de 2007.

FERRETTI, Fernando. Aspectos avançados da preparação tática. Conteúdo Programático do Curso de Futsal da 19° JOPEF. Curitiba, 26 a 29 de maio de 2005.

FERRETTIFUTSAL: Padrões Táticos de Ataque. Produção de fernando Ferretti. Jaraguá do Sul: PROJECT MULTIMÍDIA, outubro de 2002. 1 fita de vídeo (20 minutos), VHS, son., color.

FONSECA, Gerard maurício Martins; SILVA, Marco Amâncio. Jogos de Futsal: da aprendizagem ao treinamento. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2002.

FUCKS, Luis Henrique B., Esporte Coletivo: Futsal. 2004 86f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) – Centro de Educação Física e Desportos, UFSM. Santa Maria, RS, 2004.

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MOREIRA, Irineu; TAVARES Fernando. Configuração do processo ofensivo no jogo de andebol pela relação cooperação/oposição relativa à zona da bola. Estudo em equipas portuguesas de diferentes níveis competitivos. Artigo. Revista portuguesa de Ciências do Desporto, 2004, vol 4, nº 1 (29-38). Disponível em: //ww.fcdef.up.pt/rpcd/_arquivo/artigos_soltos/vol.4_nr.1/Ireneu_Moreira.pdf->. Acesso em 02 de março de 2007.

MUTTI, Daniel. Futsal: da iniciação ao alto nível. 2 ed. São Paulo, SP: Phorte, 2003.

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SAAD, Michél Angillo; COSTA, Claiton Frazzon. Futsal: movimentações defensivas e ofensivas. Florianópolis, SC: Bookstore, 2001.

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VOSER, Rogério da Cunha. Iniciação ao futsal, abordagem recreativa. Canoas, RS: ULBRA, 2004.

VOSER, Rogério da Cunha. Princípios técnicos e táticos. Rio de Janeiro, RJ: Sprint, 2001.