sábado, 4 de dezembro de 2010

Esporte Universtiário

Nos últimos anos, ouviu-se muito falar sobre o possível apoio das universidades ao esporte, grandes instituições de ensino financiaram vários esportes, vejamos alguns exemplos: a vitoriosa ULBRA de Canoas (RS) no futsal, vôlei e futebol de campo e a UNISUL de Tubarão (SC) no futsal, destaque no vôlei até pouco tempo atrás; enfim, há um sem números de universidades que apoiaram ou apoiam o esporte de alto rendimento. Estamos presenciando uma realidade do esporte nem tão feliz, nos depararmos com o fim de grandes equipes desportivas e voltamos a velha questão: a participação das academias como principal fomentadoras do esporte é viável? Nem sempre. Depende dos objetivos que os envolvidos possuem. Imaginar que equipes de rendimento sejam atos filantrópicos é impossível. Porém, ações de parceria que fomentem a iniciativa universitária usando dos esportes como ponte para tal é viável.
Em tempo, a UTFPR de Curitiba, apoia a iniciativa esportiva, na instituição há equipes representativas em várias modalidades: futsal, basquete, handebol, natação, nado sincronizado, entre outras. Todos os alunos da universidade tem acesso as modalidades, não é possível a participação de atletas oriundos de fora da academia e os professores responsáveis pelas equipes são funcionários da instituição, respondendo por outras funções dentro do departamento de Educação Física. Essa situação é incomum e louvável. Temos certeza que uma universidade pública tem outros objetivos e outras fontes de arrecadação de tributos. O esporte, nesse caso, tem outros fins, participação e representatividade, incentivo a prática, integração, entre outras.
Aqueles que trabalham no esporte de alto nível podem imaginar um calendário anual com poucas competições e sem o mesmo apelo. Nem sempre. Vejamos o caso da insitituição citada e seu planejamento para 2011. Ao logo do ano, a UTFPR, especificamente o Futsal participará da várias campeonatos, como Metropolitano e Jogos Universitários, além de outras que deixarão o calendário repleto de competições. Convém salientar que, nenhum aluno é remunerado e os horários de treinamento, as vezes, coincidem com os horários das aulas. Em tempo, há um grande apoio da Educação Física e os laboratórios participam ativamente de todos os processos oferecendo, como estágio, um vasto campo de atuação aos alunos do curso.
Atitudes como essas, devem ser evidenciadas e louvadas ainda que, o nível de cobrança seja menor, proporcional ao investimento. Por fim, fica aqui um bom exemplo a ser seguido por outras instituições, independente do nível de competições que se busca. Mas que se aproveitem de todas as variáveis possíveis para o bem do esporte, da Educação Física, de todos...
Um grande abraço a todos, fiquem com DEUS

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Preparação Física

A Taça Brasil de Clubes que se realiza em Jaraguá do Sul (SC) tem mostrado um excelente trabalho daqueles que, nem sempre, tem seus nomes lembrados nos segmentos esportivos. Os profissionais de Educação Física responsáveis pela "correria" dos jogadores tem proporcionado condições pra que os treinadores consigam exigir de seus atletas o máximo de rendimento nos treinos e jogos durante o ano todo. Ao ver, em pleno mês de dezembro, Leco, Rafinha, Márcio, Gadeia e tantos outros mantendo, sempre, o mais alto nível de performance nas partidas sinto-me obrigado a mencionar que por trás de grande sistema cardiorespiratório de um atleta e das mais variadas metodologias dos treinadores há um coadjuvante primordial: o preparador físico. João Carlos Romano e tantos outros, parabéns pelo excelente trabalho realizado a sombra de suas equipes.
Um grande abraço a todos e fiquem na paz do senhor JESUS CRISTO...

Futsal

Por Marcel Simon

Sempre acreditei que para acontecer a tão sonhada profissionalização do futsal fosse necessário a integração dos grandes clubes de futebol!! Já tivemos casos de Napoli e Roma no futsal, mas com direções independentes. No Brasil tivemos também Internacional e Grêmio de Porto Alegre, como exemplos do futsal incentivados dentro da direção do campo, mas que infelizmente depois de alguns anos acabaram. Felizmente hoje, alguns dos grandes clubes brasileiros estão aderindo ao futsal, como é o caso do Corinthians, Santos e São Paulo. Espero que muitos outros abracem esta causa. Temos também o Barcelona investindo forte no futsal, atualmente ocupando o segundo lugar do Campeonato Espanhol, Division de Honor, atrás somente do Xacobeo 2010 Lobelle Santiago. Seria algo utópico ver times como a Internazionale di Milano, Milan, Real Madrid entre outros, investindo e acreditando no potencial do futsal. Se assim fosse, acredito eu, que o FUTSAL finalmente teria todas as chances de se tornar um esporte olímpico, tão sonhado por milhares de pessoas e apaixonados por este esporte espetacular e cativante.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

twitter

twitter.com/buenofutsal

Grandes futsalonistas

Nesses anos que estou no futsal conhcei grandes pessoas, ótimos valores, profissionais dedicados, respeitados, exemplos. Hoje, vejo a importância que esses amantes do esporte da bola pesada tem na história do futsal. Ao ver o fim da Malwee Futsal, a situação que isso proporciona a grandes profissionais como Kléber Rangel, Maurício Leandro e outros, relembro as pessoas com quem aprendi muito, troquei experiências, convivi e aprendi a admirar. Saúdo o pessoal que investiu mais do que seu amor, dedicação e profissionalismo. Enalteço alguns profissionais que emprestaram bens materiais ao futsal pelo simples desejo de ver um pouco de sua história contada dentro das quadras. São eles:
Leonardo Colvero de Santa Maria (RS),
Edelson Sezerotto e Carlão Fontoura de Palmeira das Missões (RS),
Tarzan de Chapada (RS),
Gobbi de Constantina (RS),
seu Coutinho de Campos Novos (SC),
meu grande amigo Gérson de Canoinhas (SC),
Nélson e seu Jânio do meu Inter de Lages (SC),
Laudir, seu Antero, Ronni Nicollodi e Serginho de São João Batista (SC)
e recentemente meu irmão Rodrigo Boby de Araucária (PR).

Todos esses, vivem com a mesma intensidade o futsal. Devemos repensá-lo para que essas pessoas não passem despercebidas, que continuem contando suas histórias no futsal e que, o esporte da bola pesada não seja, apenas, um sonho bom de se sonhar e difícil de realizar.

Um grande abraço, com muita gratidão, respeito e admiração. Fiquem com DEUS

Regras: conceitos inerentes aos jogos desportivos

Nos últimos anos, o futsal evoluiu em sua organização extra-quadra, seus métodos de treinamento, concepções, estratégias, etc. Resumindo: é uma constante o processo de crescimento do esporte da bola pesada. No que tange ao desenvolvimento das metodologias de treinamento, a utilização das formas centradas nos jogos situacionais ou condicionados tem sido empregada pelos maiores treinadores do futsal brasileiro e, diga-se, com extrema felicidade.

Para a aplicação dos jogos desportivos, uma premissa básica se segue: o uso de regras modificadas e próprias a cada jogo situacional. Se fizermos uma comparação com o dia-a-dia de qualquer cidadão nos deparamos com uma constante: as regras. É nesse momento que defino meu pensamento a cerca dos jogos condicionados. Precisamos transcender nossos objetivos para além quadra, fazer desses jogos meios para a transformação social. Ora, se dentro da quadra nossos atletas melhoram sua condição de jogo, tática individual, tomada de decisão, enfim, é muito fácil imaginar que os jogos façam com que os nossos alunos-atletas desenvolvam as mesmas capacidades para aquilo que imaginamos ser cidadãos. Ao mudarmos as regras do jogo, os objetivos de cada atividade lidamos com situações corriqueiras ao nosso cotidiano, limites sociais, características singulares a cada lugar, confrontos de pensamentos, opiniões, culturas e muitas outras variáveis sociais.

A imposição de regras remete a alunos-atletas-cidadãos limitados, presos, incapazes, aptos a uma revolta e quebra de ordem. O entendimento de regras proporciona aos mesmos condições para a tomada de decisão, capacidade de dicsernimento e opinião, quebra de conceitos, quando importante, enfim, capazes de exercer seu verdadeiro papel no jogo e na vida.

Por fim, o uso dos jogos nas escolas, nos bairros, nas escolinhas tem um papel extra-quadra que nem todos se dão conta, tem um componente social fundamental e cabe a nós professores de futsal enfatizar e exagerar desses objetivos para um melhor resultado dentro da quadra, na evolução de nossos alunos-atletas e e crescimento tanto e quanto de nossos cidadãos, criando, modificando e incorporando novos conceitos para o bem do jogo e da sociedade.

Um grande abraço e fiquem, todos, com DEUS...

domingo, 28 de novembro de 2010

FUTSAL

Ao longo da história, grandes equipes se formaram e se desfizeram e isso é inconteste. Nas décadas passadas EMPACEL de Arapoti (PR), Tigre de Joinville (SC), Perdigão de Videira (SC) ENXUTA de Caxias do Sul (RS), sem falar nas muitas outras, vencedoras, equipes que surgiram ao longo desses anos contam grande parte da história do futsal nacional. Com elas, atletas, treinadores, comissões técnicas, direções e torcedores viveram nuanças que só um ginásio com as arquibancadas lotadas e um quadra tomada de emoção pode proporcionar. Nesta sexta-feira pela manhã o comunicado mais triste da década futsalonista: o fim da MALWEE FUTSAL. Toda essa história, novamente, me remete imaginar que falta alguma coisa e aí entra o ponto positivo de toda essa história. A participação e o investimento dos clubes de massa farão do futsal um esporte profissional num tempo nem tão distante assim. Santos, Corintihians e São Paulo dão mostras dess a nova premissa que, acredito, surgirá nos próximos anos. Um grande abraço a todos, fiquem com DEUS...