quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Grandes futsalonistas

Nesses anos que estou no futsal conhcei grandes pessoas, ótimos valores, profissionais dedicados, respeitados, exemplos. Hoje, vejo a importância que esses amantes do esporte da bola pesada tem na história do futsal. Ao ver o fim da Malwee Futsal, a situação que isso proporciona a grandes profissionais como Kléber Rangel, Maurício Leandro e outros, relembro as pessoas com quem aprendi muito, troquei experiências, convivi e aprendi a admirar. Saúdo o pessoal que investiu mais do que seu amor, dedicação e profissionalismo. Enalteço alguns profissionais que emprestaram bens materiais ao futsal pelo simples desejo de ver um pouco de sua história contada dentro das quadras. São eles:
Leonardo Colvero de Santa Maria (RS),
Edelson Sezerotto e Carlão Fontoura de Palmeira das Missões (RS),
Tarzan de Chapada (RS),
Gobbi de Constantina (RS),
seu Coutinho de Campos Novos (SC),
meu grande amigo Gérson de Canoinhas (SC),
Nélson e seu Jânio do meu Inter de Lages (SC),
Laudir, seu Antero, Ronni Nicollodi e Serginho de São João Batista (SC)
e recentemente meu irmão Rodrigo Boby de Araucária (PR).

Todos esses, vivem com a mesma intensidade o futsal. Devemos repensá-lo para que essas pessoas não passem despercebidas, que continuem contando suas histórias no futsal e que, o esporte da bola pesada não seja, apenas, um sonho bom de se sonhar e difícil de realizar.

Um grande abraço, com muita gratidão, respeito e admiração. Fiquem com DEUS

Regras: conceitos inerentes aos jogos desportivos

Nos últimos anos, o futsal evoluiu em sua organização extra-quadra, seus métodos de treinamento, concepções, estratégias, etc. Resumindo: é uma constante o processo de crescimento do esporte da bola pesada. No que tange ao desenvolvimento das metodologias de treinamento, a utilização das formas centradas nos jogos situacionais ou condicionados tem sido empregada pelos maiores treinadores do futsal brasileiro e, diga-se, com extrema felicidade.

Para a aplicação dos jogos desportivos, uma premissa básica se segue: o uso de regras modificadas e próprias a cada jogo situacional. Se fizermos uma comparação com o dia-a-dia de qualquer cidadão nos deparamos com uma constante: as regras. É nesse momento que defino meu pensamento a cerca dos jogos condicionados. Precisamos transcender nossos objetivos para além quadra, fazer desses jogos meios para a transformação social. Ora, se dentro da quadra nossos atletas melhoram sua condição de jogo, tática individual, tomada de decisão, enfim, é muito fácil imaginar que os jogos façam com que os nossos alunos-atletas desenvolvam as mesmas capacidades para aquilo que imaginamos ser cidadãos. Ao mudarmos as regras do jogo, os objetivos de cada atividade lidamos com situações corriqueiras ao nosso cotidiano, limites sociais, características singulares a cada lugar, confrontos de pensamentos, opiniões, culturas e muitas outras variáveis sociais.

A imposição de regras remete a alunos-atletas-cidadãos limitados, presos, incapazes, aptos a uma revolta e quebra de ordem. O entendimento de regras proporciona aos mesmos condições para a tomada de decisão, capacidade de dicsernimento e opinião, quebra de conceitos, quando importante, enfim, capazes de exercer seu verdadeiro papel no jogo e na vida.

Por fim, o uso dos jogos nas escolas, nos bairros, nas escolinhas tem um papel extra-quadra que nem todos se dão conta, tem um componente social fundamental e cabe a nós professores de futsal enfatizar e exagerar desses objetivos para um melhor resultado dentro da quadra, na evolução de nossos alunos-atletas e e crescimento tanto e quanto de nossos cidadãos, criando, modificando e incorporando novos conceitos para o bem do jogo e da sociedade.

Um grande abraço e fiquem, todos, com DEUS...

domingo, 28 de novembro de 2010

FUTSAL

Ao longo da história, grandes equipes se formaram e se desfizeram e isso é inconteste. Nas décadas passadas EMPACEL de Arapoti (PR), Tigre de Joinville (SC), Perdigão de Videira (SC) ENXUTA de Caxias do Sul (RS), sem falar nas muitas outras, vencedoras, equipes que surgiram ao longo desses anos contam grande parte da história do futsal nacional. Com elas, atletas, treinadores, comissões técnicas, direções e torcedores viveram nuanças que só um ginásio com as arquibancadas lotadas e um quadra tomada de emoção pode proporcionar. Nesta sexta-feira pela manhã o comunicado mais triste da década futsalonista: o fim da MALWEE FUTSAL. Toda essa história, novamente, me remete imaginar que falta alguma coisa e aí entra o ponto positivo de toda essa história. A participação e o investimento dos clubes de massa farão do futsal um esporte profissional num tempo nem tão distante assim. Santos, Corintihians e São Paulo dão mostras dess a nova premissa que, acredito, surgirá nos próximos anos. Um grande abraço a todos, fiquem com DEUS...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

futsalsc

Caros amigos, comunico a voces a minha volta ao futsal. A partir deste final de semana já comando a equipe do Inter de Lages na primeira divisão de Santa Catarina para a disputa da terceira fase do estadual de futsal.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

twitter

Bom dia pessoal, a partir de agora estou no twitter, acessem...
www.twitter.com/buenofutsal

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Decisões

Boa noite amigos futsalonistas, após um longo período em inatividade, voltamos com a corda toda. Esse tempo que estivemos fora, lutávamos contra uma crise de identidade que teimava em continuar. Por fim, superamos essa crise e estamos na ativa novamente, prontos a debatermos sobre o futsal.
Grande abraço a todos.....

Plano de treinamento para equipes de futsal

Nos últimos anos, o nosso esporte passou por um processo de aprimoramento no que tange a organização. A estruturação, os métodos, enfim, todas as facetas extra-quadra estão sendo mais bem aproveitados. Contribuindo para uma melhora nos resultados dentro da quadra.
Antes de entrarmos na idéia central do texto, precisamos entender o jogo. Por isso o dividimos em três momentos: ataque, defesa e contra-ataque. A partir de então, temos uma estrutura para o treinamento (podendo ser aplicado em qualquer equipe, independente do nível). Imaginamos uma equipe semi-amadora que treine um turno por dia, na parte da noite – acho que esse modelo compreende a maioria das equipes dos mais diversos níveis do futsal brasileiro. Nesse modelo a experiência tem nos mostrado que a parte física deve ser feita, obrigatoriamente, com bola, afinal, a ênfase deve ser o jogo.
Ao planejar o treinamento semanal, imaginamos um jogo ao final da semana – sábado. Por isso temos cinco treinos, divididos em duas partes. Vamos ao esquema.



Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado

1) Ataque Defesa Cont-ataque Ataque Defesa JOGO
2) Defesa Cont-ataque Ataque Coletivo Livre


Algumas considerações fazem-se necessárias. Após os jogos, devemos diagnosticar a maior carência de nossa equipe imediatamente, para iniciarmos os treinamentos na semana seguinte em cima de nossa maior deficiência no jogo passado. Convém salientar que, o dia-a-dia de cada equipe é muito particular, apresenta peculiaridades que só os componentes da mesma conseguem diagnosticar e, com isso, estruturar seu treinamento. Por isso, esse modelo é bastante prático, podendo se adaptado as mais diversas situações.
Um abraço a todos e bom trabalho...